sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O JOGO




O JOGO
Não trago poesia,
nem palavras  validas.
Tenho gotas de sentimento
que afloram a alma
e desceram à terra levando meus sonhos.
Não tenho  em mim o exato discernir,
meu pensar se embaralha
e sobre a mesa estão as cartas

 sob pedras marcadas.
Perdi no jogo a sorte do amor,
o destino ganhou e cobrou, sem paixão,
todos os passos guardados.
O que restou?
Não trago poesia,
nem palavras validas
e, nesse jogo entre o destino e a vida,
apenas fui eu quem fracassou.
Solange Bretas

2 comentários:

VILMA PIVA disse...

Olá Solange, vim te conhecer e gostei do teu blog e do teu poema.
Um prazer te ler. Já me instalei, te sigo. Bjs. Vilma

Luna Di Primo disse...

belo poema...semana de sucesso...bjuuu