quinta-feira, 2 de julho de 2009

Derreto-me


Tento esquecer da poesia,
dos ventos que a trazem
assim tão manhosa.
A inspiração qual brisa
entra pelas frestas
de minha alma
enlevando-me
com seu aroma floral
dos contos de fadas.
Um feitiço que virou
páginas derramando letras,
criando oasis no papel em branco.
Provo de suas águas,
banho-me em sua grafia,
derreto-me em poesia.

3 comentários:

jeronimo disse...

A poesia é alimento pra alma. Quando nos acostumamos com ela, torna-se impossível ficar sem ela!
Parabéns, querida poetisa!
Bj!

Ademar Oliveira de Lima disse...

Estive por aqui em visita ao seu blog e me inteirar do seu trabalho! Abraço Ademar!!

ney disse...

Bela poesia, que continue a alma a deixar entrar essas inspirações, que enleva e nos encanta a vida. beijo/ney.