quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

TODO SEU




Quero dar-te algo
já que não mais me pertence.
Pulsa errante dentro de mim
e não faz outra coisa
a não ser chamar teu nome.
Quando distante,
verte lágrimas de sangue
por sentir tamanha saudade.
Leva-o consigo!
Aqui, sozinho, ele fenece
por tanto amar o seu.


Solange Bretas

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