segunda-feira, 15 de junho de 2009

A Deriva


A imensidão desse teu mar
qual saudade se iguala.
Quisera de tuas ondas
o apagar da solidão,
mas restou o marejar de meu olhar perdido...
Vagarei em mim, barco a deriva
e deixarei que os ventos
soprem nas velas as lembranças
e nelas naufragarei.

3 comentários:

jeronimo disse...

Esse coração está totalmente à deriva mesmo, poetisa!
Tomara que o resgate seja em breve!
Parabéns!
Bj!

Vieira Calado disse...

Quanto maior é o mar, mais há a possibilidade de naufragar...

Beijinhosss

ney disse...

Na imensidão do nosso planeta Água há sempre um porto seguro, uma ilha, um ir à terra firme e passear pela areia na beira do mar... escutar o barulho das ondas, ver a lua e as estrelas, sentir a brisa fresca.
A vida e seus mistérios, nunca temos todas as respostas, vale surfar as melhores ondas, aproveitar os bons sentidos e as boas energias, em harmonia com a natureza. ney/