segunda-feira, 28 de setembro de 2009

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No espelho da saudade
Relembro o amor que vivi
Por uns instantes me perco
Contemplo sentimentos
Que para trás ficou, mas
o tempo que passa o solidificou.
Para meu coração, só uma saída...
Continuar guardando o que nele entrou
tomando conta por inteiro.
As lembranças não me ferem,
mas trazem a dor da saudade.
Nem chegou o inverno
e minhas noites se fazem frias
os dias sem o sol de sua poesia, amor.
No silêncio me detenho,
não interrogo ao destino o porque
De não mais poder ter o amor,
que me trazia felicidade.
No peito um quase grito
sufocado pela saudade dele,
do meu amor de verdade.

Um comentário:

Silvana Nunes .'. disse...

Passeando pela net cheguei até aqui. Maravilha de espaço para reflexão !
Aproveito para convidar a conhecer FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... em http://www.silnunesprof.blogspot.com
Saudações Florestais !